domingo, 23 de outubro de 2011

SÃO FRANCISCO DE ASSIS

" Todas as coisas da criação são filhos do PAI e irmãos do homem. DEUS quer que ajudemos aos animais, se necessitam de ajuda. Toda criatura em desgraça tem o mesmo direito de ser protegida. "

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

NOVO RESGATE DA ARCA

Olhem o que fizeram com esse cachorrinho. Que maldade! Como podem existir pessoas ruins assim.


Valentinho perdeu um olho, mas está muito bem e esperando por um dono.

REBECA

Essa é a famosa REBECA, ela só ficava no centro da cidade, e tinha várias pessoas que cuidavam dela.
Ela é muito fofa!




sexta-feira, 22 de julho de 2011

VANTAGENS EM ADOTAR UM CÃO ADULTO



Vantagens em adotar um cão adulto!
Bem, é verdade, os filhotes são lindinhos, dificil resistir…mas, os crescidinhos também são maravilhosos e precisam de lares felizes.
Os cães adultos são surpreendentes, tenho certeza que você não se arrependerá.
Vejam as vantagens:
São mais tranquilos e não choram à noite;
São mais obedientes por já terem uma capacidade de assimilação maior;
São mais independentes no caso de ter que ficar sozinhos por algumas horas;
Dificilmente destroem sapatos, móveis ou coisas dentro de casa;
Aprendem a fazer as necessidades no local adequado com maior facilidade e velocidade;
É mais fácil saber, antes de adotar, se ele é quieto, brincalhão, se gosta de correr ou se é mais reservado;
Você não terá dúvida alguma sobre o tamanho dele;
Evacuam menos que os filhotes (geralmente 1 a 2 vezes por dia);
Se adaptam rapidamente ao ambiente e às pessoas da casa, incluindo as crianças;
Não precisam de três a quatro doses de vacinas no primeiro ano como os filhotes (apenas a manutenção anual);
São mais atentos a chegadas de pessoas; já estão prontos para defender a casa e o dono.
Serão amigos fiéis e eternamente gratos a você…

Vereador Miguel em visita à ARCA


20/07/2011

sexta-feira, 15 de julho de 2011

ARCA realiza 1ª Campanha de Esterilização de cães e gatos - Depoimento de Raul Felipe Dornas/ Médico Veterinário




Conheci a ARCA através de uma de suas fundadoras, Andréia, que me convidou para conhecer a Associação e de alguma forma dar minha contribuição como médico veterinário.Quando cheguei na ARCA me deparei não com um abrigo para animais, mas sim com um lar, na plenitude da palavra, de animais. Encontei aqui pessoas de bem, que apesar de toda a ocupação do dia a dia, encontraram tempo para dedicar aos animais abandonados. Toda a infra-estrutura foi montada com recursos de seus fundadores e associados; uma ótima estrutura física que permite tratamento digno aos animais e muito amor e carinho por parte de todos que lá trabalham. Gostaria de ressaltar a importância desta iniciativa de alguns moradores da cidade em criar um local onde animais abandonados são tratados, castrados e destinados à adoção uma vez que tal atitude ultrapassa a questão do bem estar animal, contribuindo para a diminuição do número de animais de rua, reduzindo assim, a longo prazo, os problemas causados pela superpopulação de animais de rua, como doenças que podem ser transmitidas ao homem.
Como médico veterinário ressalto a importância da castração de animais que não tenham fins reprodutivos. Existem muitos mitos em relação a esse procedimento, como por exemplo, que o animal não irá brincar mais ou que certamente irá engordar. A castração não altera o ânimo do cachorro ou gato, tão pouco o fará engordar. Muitas vezes o que acontece é que fatores como alimentação inadequada e a falta de exercícios causam a obesidade do animal e a castração é responsabilizada.
A castração contribui para a redução da população de animais de rua, reduz a transmissão de doenças vinculadas à cópula, reduz as famosas saidinhas de gatos e cães, diminuindo problemas com brigas; reduz, quando realizada até o segundo cio da cadela, em grande número a possibilidade de tumores de mama em cadelas.
Espero que toda a sociedade gorutubana se sensibiliza com a causa, ajude a ARCA, uma associação séria, e que esse trabalho maravilhoso não morra apenas como uma grande idéia.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

VERDADES E MENTIRAS SOBRE LEISHMANIOSE

Verdades e mentiras sobre a leishmaniose canina
21 de novembro de 2010
A leishmaniose criou e ainda cria um enorme pavor em pessoas mal informadas, por isso, acredito que a informação verdadeira é a maior arma contra a doença e a favor dos milhares de animais que são sacrificados cotidianamente nos Centros de Controle de Zoonoses no Brasil.
Além da análise de textos acadêmicos, documentos jurídicos, textos em veículos de mídias diversas; também foi realizada uma entrevista com o veterinário Dr. Paulo Tabanez*, para esclarecimento de dúvidas.
A leishmaniose tem vários mitos, o maior deles é colocar os cães infectados como os grandes ou, muitas vezes, os únicos responsáveis pela disseminação da doença.
Todavia, o maior problema da doença são as questões socioeconômicas mal resolvidas, desafios diários que o Brasil precisa vencer. Se não houver saneamento básico e alimentação adequada para todos os brasileiros, a leishmaniose ainda terá campo de atuação, e não é justo os animais pagarem o preço.
Controlar a leishmaniose implica em acabar com a pobreza do país. Dar qualidade de vida para a população, com alimentação de qualidade para todos os brasileiros, acabando com a desnutrição; consequentemente, ninguém será um alvo fácil para a doença.
O absurdo maior é a proibição de tratamento para os animais! Entretanto, por meio da via jurídica já é possível conseguir este feito, pois várias ONGs de proteção animal têm conseguido o direito de tratar os animais por meio de ações na justiça, portanto, o tratamento não é crime, e sim direito do cidadão!
O tratamento para leishmaniose, tanto humana quanto canina, apresenta algumas similaridades. Segundo entrevista com o Veterinário Dr. Paulo Tabanez, as similaridades são as seguintes:
• Cura clínica (o humano ou o cão não apresentam sinais da doença).
• Cura epidemiológica (o humano ou o cão não são mais transmissores da doença, porém o cão é mais suscetível e, portanto, pode ter muitas recaídas).
• Não apresenta cura parasitológica (o parasita ficará para sempre tanto no organismo do homem quanto no do cão).
Introdução
A leishmaniose é uma doença infecciosa, porém, não contagiosa, causada por parasitas do gênero Leishmania. Os parasitas vivem e se multiplicam no interior das células que fazem parte do sistema de defesa do indivíduo, chamadas macrófagos. Há dois tipos de leishmaniose: leishmaniose tegumentar ou cutânea e leishmaniose visceral ou calazar. A leishmaniose tegumentar caracteriza-se por feridas na pele que se localizam com maior frequência nas partes descobertas do corpo.
Tardiamente, podem surgir feridas nas mucosas do nariz, da boca e da garganta. Essa forma de leishmaniose é conhecida como “ferida brava”; não exige o sacrifício de animais infectados pela doença. A leishmaniose visceral é uma doença sistêmica, pois acomete vários órgãos internos, principalmente o fígado, o baço e a medula óssea. Esse tipo de leishmaniose acomete essencialmente crianças de até dez anos; após esta idade, se torna menos frequente. É uma doença de evolução longa, podendo durar alguns meses ou até ultrapassar o período de um ano.
Transmissão
A leishmaniose é transmitida por insetos hematófagos (que se alimentam de sangue) conhecidos como flebótomos ou flebotomíneos. Seus nomes variam de acordo com a localidade; os mais comuns são: mosquito-palha, tatuquira, birigui, cangalinha, asa branca, asa dura e palhinha. O mosquito-palha ou asa branca é mais encontrado em lugares úmidos, escuros, onde existem muitas plantas.
É o inseto que transmite a doença de um animal para outro. É uma doença que afeta principalmente cães, mas também animais silvestres, gambá ou saruê, e urbanos como ratos, gatos e humanos (principalmente crianças com desnutrição, idosos imunossuprimidos e, atualmente, pessoas com AIDS).
Não se pega leishmaniose de cães e outros animais, apenas pela picada do inseto que estiver infectado.
O cão é apenas mais um hospedeiro da leishmaniose visceral. É também o mais estudado e injustiçado, já que mesmo que todos os cães do mundo deixassem de existir, a leishmaniose visceral continuaria a crescer, como inclusive ocorre nas cidades onde há matança indiscriminada de cães como “forma de combate à doença”.
Sintomas
Os sintomas são variáveis. O cão pode apresentar emagrecimento, perda de pelos, gânglios inchados, fraqueza, feridas, crescimento exagerado das unhas, lesão de pele ulcerada, blefarite e anemia. Também há sintomas nos órgãos internos, como crescimento do fígado e outras alterações. Entretanto, esses sintomas são comuns em outras doenças bem menos graves; assim, se seu cão apresentar esses sintomas não quer dizer que o mesmo está com leishmaniose. O diagnóstico preciso só pode ser feito por um médico veterinário, que combinará exames de sangue com exames clínicos. O teste sorológico feito pelo governo como forma de triagem não deve ser encarado como diagnóstico e, portanto, não justifica a eutanásia dos animais. O diagnóstico é complexo e necessita de maior investigação.
Prevenção
O verdadeiro transmissor da doença – o mosquito-palha – gosta de lugares com matéria orgânica, então sempre mantenha quintal e canis limpos e telados. Esse inseto é de hábito noturno, portanto coloque seus cães para dormir em lugares telados e use coleiras e/ou líquidos repelentes para ajudar na proteção.
O efeito da coleira Scalibur é repelente, justamente para evitar a picada do inseto; a coleira é uma importante arma contra a doença.
Além disso, existe vacina para leishmaniose. Ela previne que 80 a 95% dos cães se infectem com leishmania pela picada do inseto.
Na verdade, a vacina contra a leishmaniose pode apresentar um efeito bloqueador de transmissão, capaz de interromper o ciclo epidemiológico, isto é, torna o animal não transmissor da doença.
A vacina tem cobertura de mais de 90% – afirmam os especialistas – e não é possível confundir infectados com vacinados. Mas pela produção ainda reduzida, os preços são inviáveis para boa parte dos tutores de cães.
A vacina já está disponível em vários lugares do país. Hoje se tem no mercado a Leishmune, da Fort Dodge, que é aquela que vários veterinários não preconizam porque dizem que não diferenciarão os infectados dos vacinados (mentira ou desinformação), e a Leishtec, da Hertape Calier, que a propaganda é justamente alicerçada em não reações vacinais e cruzada em sorologias.
Existe uma boa parcela da classe veterinária que ainda não conhece o tratamento e a prevenção da leishmaniose, entretanto, a falta de conhecimento deles não pode impedir o público de tratar de seus cães. Procure veterinários especializados em infectologia.
No entanto, o que é preciso ter-se claro é que tanto os humanos como os animais infectados, mesmo tratados, serão portadores do parasita o restante de suas vidas e deverão ser mantidos sob rígido controle. Os cães deverão ter contínuo acompanhamento de médico veterinário, com a realização de exames laboratoriais periódicos, para verificar se o animal realmente mantém-se não infectante e saudável.
Cenário no Brasil
Tratamento
O tratamento não é forma de controle e é uma das alternativas menos preconizadas para tal. Controle é feito com coleira para prevenir o inseto, repelentes no animal e no ambiente, limpeza do ambiente para evitar material orgânico, evitar passeios nos horários de crepúsculo, telar os canis, vacinação. Tratamento é uma forma de controle individual, mesmo porque ocorrem recidivas mais frequentes no cão. Eutanásia é a última forma de controle e, de fato, a menos eficiente. Prova disso é que a política brasileira de prevenção da doença, por meio da eutanásia de milhares de cães, não proporcionou nos últimos 50 anos nenhuma mudança no controle da doença.
Entretanto, se já houver um animal infectado em sua casa, não entre em desespero! O tratamento, a vacinação e a utilização de repelentes em cão infectado com leishmaniose não o tornam um risco para sua família ou vizinhos; como já foi dito, pode levar à cura clínica (sem sintomas da doença) e à cura epidemiológica (não transmissor da doença).
Infelizmente, no Brasil ainda temos que conviver cotidianamente com a supremacia da raça humana às outras espécies. Em 2008 foi oficializada uma portaria do Ministério da Saúde e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento dizendo que não é crime tratar um cão contaminado por leishmaniose, o que é crime é usar remédios humanos para o tratamento. O deprimente sobre essa portaria é que esse Ministério está farto de saber que não existem, no Brasil, remédios veterinários para o tratamento da doença. Portanto, a recomendação (ordem) do Ministério da Saúde é sacrificar todos os animais contaminados.
Esse posicionamento, junto com as ações de agentes de saúde, em regiões endêmicas, vem gerando grande abandono de cães, e algumas pessoas até mesmo levam seus animais para outras cidades, para salvá-los ou mesmo para deixá-los entregues à própria sorte, o que pode disseminar ainda mais a doença.
Para realizar a eutanásia em milhares de cães, o governo utiliza argumentos sem estudos comprobatórios, dizendo que um cão infectado por leishmaniose é um perigo para a sociedade. Vamos aos fatos reais:
O Brasil é o único país do mundo que indica ou preconiza a eutanásia, pois em outros lugares do mundo onde existe a incidência de leishmaniose as pessoas podem, ou não, eutanasiar seus animais;
• O tratamento da leishmaniose existe tanto para pessoas como para animais, entretanto, é mais fácil exterminar um animal do que tratá-lo, isso segundo a concepção dominante, que acredita que a única espécie importante é a raça humana;
• A Organização Mundial da Saúde, apesar de apoiar a insanidade cometida pelo Brasil, também recomenda tratamento para alguns casos e também já se manifestou publicamente que o sacrifício de animais doentes não é a melhor saída para o controle de zoonoses – como é o caso da Raiva, na Indonésia -; então possui um posicionamento totalmente contraditório;
Existem estudos já comprovados que mostram que um animal infectado em tratamento pode se tornar não transmissor da doença para o inseto (cura epidemiológica);
• Existem resultados errados, chamados de falso positivo e falso negativo (ou seja, o cão saudável pode ser morto ou tratado indevidamente e o cão doente pode ficar sem tratamento). Esses exames não diferenciam a leishmaniose tegumentar da visceral (e no Brasil não é indicado a eutanásia de cães com leishmaniose tegumentar).
Os exames podem dar positivo caso o cão tenha outras doenças, como erlichiose, babesiose etc. Os melhores exames, no momento, para o diagnóstico da leishmaniose visceral em cães são a citologia de medula óssea e/ou linfonodos (chamada de “PAAF”) e a PCR de medula óssea. O exame de imunohistoquímica de pele é eficiente para acompanhar se há parasitas na pele. Ele pode ser aplicado a qualquer tecido, linfonodo, medula, fígado, baço, pele, entre outros, para aumentar a sensibilidade do teste principalmente naqueles assintomáticos ou com parasitemia baixa. O diagnóstico da leishmaniose é complexo e necessita de prova e contraprova.
• Os gastos empregados na realização da captura, exames e eutanásia poderiam ser direcionados para a formação de uma equipe capacitada para o combate ao mosquito, com campanhas direcionadas à população, como é feito com o mosquito da dengue. E lembrando mais uma vez: não é apenas o cão que pode ser infectado pela leishmania, o homem e os ratos no meio urbano também são. É mais racional e inteligente combater o mosquito ou exterminar todos os cães, os ratos e os humanos infectados pela doença como forma de controle?
• Outro fato de extrema importância foi uma Ação Civil Pública impetrada por uma organização protetora de animais em Mato Grosso do Sul, em que a mesma conseguiu autorização para o tratamento de cães com leishmaniose, portanto, já existe jurisprudência no Brasil permitindo o tratamento. O Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul também recomendou aos Ministérios que revoguem a portaria que não permite o tratamento, com medicação humana, de cães infectados; portanto, TRATAR CACHORRO COM LEISHMANIOSE NÃO É CRIME!
• Outro fato jurídico: muitos doutrinadores da área do direito defendem a tese que os médicos veterinários particulares sequer seriam obrigados a cumprir a determinação da portaria interministerial, porque este instrumento deve ser cumprido somente por servidores subordinados ao órgão que o expediu.
CCZ na sua casa
Você não é obrigado, de forma alguma, a entregar seu animal aos fiscais da saúde pública. Seu cão é sua responsabilidade. Nem mesmo um delegado de polícia pode ir a sua casa e exigir que você entregue seu animal. Para sua informação, um delegado ou um policial só podem entrar na sua casa com um mandado judicial ou com sua autorização. Se alguém (delegado ou fiscal da Saúde) te constranger, não deixe de anotar o nome da pessoa para formular uma ocorrência policial por abuso de autoridade e/ou constrangimento ilegal.
Cenário exterior
Na Europa, principalmente nos países do mediterrâneo, a incidência de leishmaniose é alta, entretanto, nos países europeus eles lidam com a doença de forma completamente oposta do Brasil. Eles não negam tratamento para nenhum animal infectado; inclusive lá existe até ração específica para cães com leishmaniose.
A grande diferença entre Europa e Brasil, ponto analisado em conversa com o Dr. Tabanez, é a pobreza e a desigualdade social brasileira, pois na Europa não existem grandes problemas alimentares ou de desnutrição, portanto quase não existem pessoas infectadas ou em risco de infecção.
Conclusões
Muitos avanços ocorreram na habilidade de diagnóstico da doença, entretanto, é necessário combater de forma mais efetiva o vetor (flebótomo ou mosquito-palha) e, sobretudo, trabalhar pela prevenção, incluindo-se aí o uso da coleira repelente do flebótomo, bem como a vacinação em massa dos animais (como há anos acontece com a raiva, outra zoonose gravíssima). Também antigos problemas brasileiros como desnutrição e falta de saneamento básico precisam estar no topo das prioridades governamentais.
O certo é que as autoridades sanitárias dos municípios, dos estados e do governo federal precisam agir e investir maciçamente no esclarecimento, educação e conscientização da população, dos tutores de animais e, inclusive, dos médicos humanos e veterinários, visando à prevenção da disseminação da doença. Há a necessidade de ampliar os estudos para realmente comprovar que animais tratados e mantidos sob controle não representam risco para a população humana; também é necessário extinguir, definitivamente, métodos primitivos e desumanos de combate à doença, como o extermínio em massa de cães.
(*Dr. Paulo Tabanez – Médico Veterinário, Especialista em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais, Mestre em Imunologia pela Universidade de Brasília e Diretor da Clínica Veterinária Prontovet – Brasília/DF. E-mail – pctabanez@uol.com.br)

segunda-feira, 9 de maio de 2011

SERENA É MUITO DÓCIL



Ela é a mãe dos filhotes. Serena é uma cadelinha muito carinhosa!

CHAVES, O MAIS NOVO MORADOR


Esse cão foi resgatado em 07/maio/2011, ele estava infestado de carrapatos e não está andando. Seus membros traseiros estão paralisados.

Chaves já está andando!!!

LESSE: A CACHORRINHA MAIS DANADINHA DA ARCA





Lesse foi encontrada amarrada com um arame farpado. Olha o que aconteceu com o pescoço dela.

Ela já está ótima, é a brincalhona da ARCA.

ESSE É FOGUINHO


Esse cachorrinho foi encontrado em janeiro/2011, no centro da cidade, todo queimado.



Ele foi tratado e medicado, fizemos tudo para que ele melhorasse.

Hoje, ele está bem, e precisando de muito carinho!!!

domingo, 8 de maio de 2011

MAUS-TRATOS AOS ANIMAIS. DENUNCIE!!!




Infelizmente estamos sempre nos deparando com situações de maus-tratos e ameaças aos animais.Aqui você encontra as principais orientações para agir quando presenciar um crime como este, por que:
Abandonar ou maltratar animais é crime!
Pena: 3 meses a 1 ano de detenção e multa
(Lei Federal 9605/98 Decreto - Lei 24.645/34)

Todos os animais são protegidos por lei.

Se você tomou conhecimento de alguma situação de maus – tratos aos animais, Denuncie !

Animais são seres, que como o ser humano, sentem dor e sofrem. Situações de abandono, falta de alimentação, local inadequado e violência contra os animais devem ser denunciados.

O que é considerado Maus-Tratos aos animais:

- abandonar o animal;

- manter o animal preso em correntes ou locais fechados;

- fazer uso de qualquer tipo de violência contra o animal, espancar, bater, golpear com objeto ou pés e mãos;

- manter em locais sem higiene, locais pequenos e sem conforto algum;

- não prover água limpa e alimentação diariamente;

- deixar o animal ao relento, sob o tempo, no sol, na chuva, no frio;

- manter o animal num ambiente sem ventilação e luz solar adequada;

- não levar ao veterinário quando o animal adoece;

- envenenar um animal;

- obrigar o animal a trabalhar excessivamente ou com esforço superior a sua força;

- promover qualquer tipo de violência contra qualquer animal.


Como fazer para denunciar ?

Sua primeira atitude é fazer uma avaliação da situação. Certifique-se que não é um acontecimento isolado e que a situação é verdadeira. Falsa denúncia é crime conforme artigo 340 do Código Penal Brasileiro.

Avalie se vale a pena tentar conversar e argumentar com a pessoa que está agindo de maneira incorreta. Se isso não for possível, você pode imprimir a Lei sobre defesa dos animais ou elaborar uma carta solicitando que a situação seja corrigida e colocar uma cópia na caixa de correio da pessoa que está maltratando o animal. Caso nenhuma destas atitudes resolva a situação, denuncie.

Em situações graves de maus-tratos, (espancamentos, envenenamentos, etc) situações em que o animal esteja correndo risco de morte, denuncie imediatamente, ligue para a Polícia no 190, ou vá até a delegacia de polícia mais próxima do local e faça um B.O. - Boletim de Ocorrência para que a polícia verifique a denúncia. Leve com você mais uma pessoa para ser testemunha e se não quiser que seu nome conste na ocorrência, é só pedir ao escrivão que mantenha seu nome no anonimato.


Telefones para Denúncia de Maus – Tratos aos Animais:

• Polícia Militar do Estado de Minas Gerais – em Janaúba –MG.
Avenida Santa Mônica, 145 - São Gonçalo

• Polícia Militar: 190

• Disque – Denúncia : 181 - Funciona 24 horas

• IBAMA – Linha Verde
0800.618080 – Funciona 24 horas
linhaverde@ibama.gov.br



Como Denunciar situações de Maus-Tratos


Bom, mas o importante é buscar uma solução que acabe com a situação!!


O que você pode fazer em primeiro lugar é tentar um contato amigável com o morador do local onde está o animal. Perguntar sobre o animal e saber se ele está doente, por que está vivendo em condições tão ruins.
Talvez até disponibilizar, se for possível, em levar o animal a um veterinário.
Se o “dono” do cão, for do tipo “irracível”, impossível de conversar, talvez um vizinho que tenha mais intimidade possa interceder para apurar o que está acontecendo.
Se a conversa não for possível, começa a parte de denúncia propriamente dita.


Você já tentou o primeiro passo que é conversar com alguém da casa ou algum vizinho e já ficou claro que não vai funcionar?

Imprima a lei :
Abandonar ou maltratar animais é crime!
Pena: 3 meses a 1 ano de detenção e multa
(Lei Federal 9605/98 Decreto - Lei 24.645/34)

E coloque na caixa de correio da pessoa responsável pelo animal.

Se a situação do animal for grave e apresenta risco de vida para ele, então você deve ir à delegacia de polícia mais próxima.
Peça para lavrar um BO - Boletim de Ocorrência. Se puder faça gravações da condição do cão, (até com celular), tire fotos e consiga testemunhas, leve pelo menos uma testemunha com você. Relate ao policial tudo o que está acontecendo e peça para instaurar um inquérito para apurar o crime e cite a Lei federal :

Abandonar ou maltratar animais é crime!
Pena: 3 meses a 1 ano de detenção e multa (Lei Federal 9605/98 Decreto - Lei 24.645/34)

Se achar mais conveniente, pode pedir ao escrivão que seu nome seja mantido no anonimato, pois quem será o autor do processo é o Estado, que é quem detém a tutela de todos os animais.


Toda delegacia tem obrigação de atender sua denúncia, se não conseguir atendimento na delegacia, leve o caso até o Ministério Público e narre os fatos, isto pode ser feito via internet.
Verifique o site da Ouvidoria do Meio Ambiente.
Relate o caso passo-a-passo, e peça providencias pela falta de atendimento na delegacia.


A denúncia tem que ser realizada por alguém que esteja perto e possa acompanhar o caso.

A ARCA não possui recursos humanos suficientes para fazer acompanhamento de denúncias de maus-tratos.


Esperamos que suas ações resultem na conscientização e término do sofrimento do animal maltratado. Se todas as pessoas tivessem a atitude de denunciar, com certeza os maus-tratos aos animais seriam raros. O problema é que a maioria das pessoas não quer se envolver.


Se presenciar um ato de crueldade contra qualquer animal, faça a sua parte :
DENUNCIE !!!!

domingo, 1 de maio de 2011

CASTRAÇÃO

O que é a Castração?

A castração consiste em uma cirurgia feita em cães e gatos, fêmeas e machos, para impedir que se reproduzam sem controle. A Para cada bebê que nasce, 15 cães e 45 gatos também podem nascer. Em seis anos, uma cadela e seus descendentes, podem gerar 64 mil filhotes!! Isso explica o grave problema da superpopulação desses animais, com a morte de milhares deles, e que muitas vezes pode ser evitado por meio da informação.

Como funciona?

Nas fêmeas, consiste na retirada do útero, trompas e ovários. Nos machos, a retirada dos testículos.
A cirugia é feita com anestesia geral, é simples mas deve ser executada apenas por veterinários devidamente habilitados para tal. O animal não precisa ficar internado e, em torno de uma semana estará totalemnte recuperado.
A castração pode ser feita a partir dos 2 meses de idade e, no caso da fêmea, recomenda-se antes do primeiro cio.


Vantagens da Castração:

1) Diminui drasticamente o risco de doenças nas vias uterinas e, principalmente, do câncer de mama, útero, próstata e testículos
2) Elimina a Gravidez Psicológica, estado presente em algumas fêmeas após o término do cio, o que ocasiona aumento das mamas (muitas vezes com edema) com produção de leite e irritabilidade excessiva;
3) Elimina o risco do câncer dos órgão genitais;
4) Diminui o risco das fugas e brigas, que podem acarretar acidentes graves e até fatais;
5) Acaba com os latidos, uivos e miados excessivos que ocorrem por ocasião do cio;
6) Elimina os estados de excitação por falta de cruzamentos - e o embaraço gerado com as visitas!;
7) Nas cadelas, elimina a inconveniente perda de sangue no período de cio, assim como as desagradáveis reuniões de machos na porta de sua residência;
8) Diminuiu o hábito dos gatos de urinar em paredes e móveis para marcar território. A urina também perde o odor forte e desagradável.

Mitos sobre a Castração:
- "Castração engorda?”
O animal não engorda devido à castração e sim pela diminuição de suas atividades físicas, necessitando, portanto, mais exercícios.
- "Eu não posso pagar!”
O custo da operação será amplamente compensado por futuros custos com alimentação, vacinas, etc. do animal gestante e crias, bem como eventuais complicações no parto ou despesas com cirurgias e medicamentos decorrentes de doenças em animais não castrados (ex. Piometra). Hoje, várias clínicas realizam castrações a preços reduzidos ou facilitam o pagamento. Consulte os Veterinários Solidários.
- “Eu sempre arrumo pra quem dar os filhotes”
Nem sempre isso é verdadeiro, sendo mais comum a atitude de querer se livrar de um problema. É sempre bom lembrar que uma fêmea pode gerar dezenas de filhotes que, por sua vez, crescerão e terão outras crias, multiplicando o problema. Para que deixar novos filhotes nascerem se não há lares suficientes para os que já existem?
- “Ele não tomará mais conta da casa.”
Os animais castrados não perdem o instinto de proteger seu território. Por outro lado, perde o indesejável costume de urinar em diversos cantos. Cabe ainda lembrar que animais castrados ficarão mais caseiros, deixando de se envolver em brigas na disputa de fêmeas.
- “Mas ela precisa ter pelo menos uma cria...”
Ter uma cria não acrescenta saúde ao animal e sim mais animais ao problema. Pesquisas mostram que, quanto mais cedo for realizada a castração, menores as chances da fêmea desenvolver câncer de mama. A castração também prevenirá o surgimento de Piometra, doença freqüente em fêmeas adultas.
- “Meu animal vai sofrer?”
A cirurgia, feita sob anestesia geral, é indolor. Dentro de um ou dois dias, o animal estará brincando e retomará suas atividades normais.
- “Eu estarei interferindo na natureza do meu animal?”
Seu animal não tem escolha, segue apenas o instinto. É dever do proprietário intervir e prevenir nascimentos indesejados, agindo da maneira mais correta. O animal será beneficiado e não subtraído de algo.

QUEM SOMOS

Somos um grupo de pessoas que mora em Janaúba e, como muitos, adoramos os animais.
Para cada um de nós, a visão de um animal abandonado é um sofrimento.
Sempre procuramos ajudar os animais em situação de risco.
Fazíamos isso só com recursos próprios e conseguíamos ajudar poucos animais.
Como muitos protetores, fazíamos tudo com muita boa vontade e carinho, mas totalmente no improviso.

Como o número de animais abandonados está em crescimento chegamos a um impasse. Não possuímos recursos suficientes para resgatar muitos animais e para cada animal resgatado surgiam outros tantos precisando de ajuda.
Somos pessoas comuns com vidas comuns, alegrias e problemas, filhos, bichos de estimação, profissões diferentes, condições financeiras diversas.
Acreditamos que a proteção animal ou ser um protetor significa resgatar, cuidar e encaminhar! E este é o nosso objetivo.

Por isso em fevereiro de 2011 criamos a Associação de Resgate e Cuidados Animais – ou, simplesmente ARCA – entidade sem fins lucrativos e desvinculada de qualquer facção político-partidária e cuja finalidade é desenvolver ações em defesa dos animais.
A ARCA nasce de uma vontade maior de fazer algo, de mudar o panorama atual de abandono de animais, do desejo de resgatar vidas!!
A ARCA tem como objetivos promover campanhas educativas que incentivem a posse
responsável ( ter um animal implica em obrigações para o seu dono); esterilização de cães e
gatos e coibir o abandono e maus-tratos.
Acreditamos que unindo forças vamos conseguir resgatar e encaminhar muitos animais que estão abandonados e em sofrimento.
Para realizar esta tarefa, hoje contamos com vários colaboradores, pessoas que num gesto de confiança acreditam na nossa proposta e nos apóiam de todas as maneiras possíveis.
Para nós da ARCA é um orgulho e uma enorme satisfação poder contar com pessoas dispostas a fazer algo mais!!!

MANDAMENTOS DA POSSE RESPONSÁVEL

01) Antes de adquirir um animal, considere que seu tempo médio de vida é de 12 anos. Pergunte à família se todos estão de acordo, se há recursos necessários para mantê-lo e verifique quem cuidará dele nas férias ou em feriados prolongados.

02) Adote animais de abrigos públicos e privados (vacinados e castrados), em vez de comprar por impulso.

03) Informe-se sobre as características e necessidades da espécie escolhida – tamanho, peculiaridades, espaço físico.

04) Mantenha o seu animal sempre dentro de casa, jamais solto na rua. Para os cães, passeios são fundamentais, mas apenas com coleira/guia e conduzido por quem possa contê-lo.

05) Cuide da saúde física do animal. Forneça abrigo, alimento, vacinas e leve-o regularmente ao veterinário. Dê banho, escove e exercite-o regularmente.

06) Zele pela saúde psicológica do animal. Dê atenção, carinho e ambiente adequado a ele.

07) Eduque o animal, se necessário, por meio de adestramento, mas respeite suas características.

08) Recolha e jogue os dejetos (cocô) em local apropriado.

09) Identifique o animal com plaqueta e registre-o no Centro de Controle de Zoonoses ou similar, informando-se sobre a legislação do local. Também é recomendável uma identificação permanente (microchip ou tatuagem).

10) Evite as crias indesejadas de cães e gatos. Castre os machos e fêmeas. A castração é a única medida definitiva no controle da procriação e não tem contra-indicações.

sábado, 30 de abril de 2011

ARCA CHEGA EM JANAÚBA E QUER CONSCIENTIZAR POPULAÇÃO
Poucas pessoas conseguem ficar indiferentes ao presenciar o atropelamento (plenamente evitável) e morte de um cachorro vira-lata, o açoite de um burro por um carroceiro furioso ou o nascimento dos muitos filhotinhos de uma cadelinha de rua de doce olhar, no jardim, em frente a nossa casa. São imagens que causam raiva, tristeza e indignação diante da brutalidade humana ou que, ao contrário, deixam aflorar o que há de melhor em nós (e com direito a todos os diminutivos), frente à pureza e ausência de maldade que associamos aos animais. Conscientizar a população de que os animais devem ter sua dignidade assegurada sempre e não somente em momentos extremos: esta é a principal bandeira da ARCA (Associação de Resgate e Cuidados Animais), uma organização sem fins lucrativos e totalmente apartidária, recém criada em Janaúba e que se propõe a colocar em prática ações efetivas em prol do bem-estar dos animais.
Segundo os diretores da ARCA, a associação desenvolverá ampla campanha de conscientização sobre posse responsável e importância da esterilização de cães e gatos e buscará coibir, com o auxílio das autoridades judiciária e policial, toda e qualquer forma de maus-tratos.
A regulamentação, por lei municipal, do trabalho dos animais de tração e a criação e expansão de uma rede de cuidadores de cães e gatos que permanecerão nas ruas, também estão entre as ações a serem desenvolvidas pela ARCA, já nos próximos dias.
Para um futuro próximo, a associação construirá um abrigo para resgatar das ruas cães e gatos doentes e subnutridos, que após serem tratados e esterilizados, serão doados para pessoas idôneas e responsáveis. O site da ARCA está em construção, informam seus diretores.
Abrangente como a Arca de Noé que é seu símbolo e inspiração, a ARCA espera embarcar o maior número de patrocinadores, parceiros, colaboradores e voluntários dispostos a defender os animais.
O contato com a ARCA pode ser feito pelo telefone (38)91692223.